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Falha de S.Paulo

Créditos

FICHA TÉCNICA: FALHA DE S.PAULO (EP) -Skizytos é: Marcos: Guitarra e Voz (Gritos de quem não tem ocupação) Alê Ramone: Baixo e Voz (Cozinha pesada e martelada urbana) Márcio: Bateria e Voz (Ritmo do colapso e da sobrevivência) -Produção e Engenharia de Som: -Captação: Gravado no modo guerra via BandLab/Celular, direto da garagem, no asfalto quente de São Paulo, Outono de 2026. Mixagem/Masterização: DIY Skizytos. Prioridade total na clareza da "cozinha" (baixo e bateria) para garantir o peso lo-fi inspirado em Bad Mojos e The Spits. Estética Sonora: Zero polimento. O chiado, o erro e a distorção são elementos propositais de resistência. -Identidade Visual: Arte da Capa: Buck Logotipia: Colagem manual, estética zine e recortes de jornal. Composição: * Todas as faixas por Marcos Buck para o Skizytos. Letras focadas em denúncia social, desemprego e o niilismo da metrópole. Distribuição: * Independente. DIY ou Morrer. São Paulo, Brasil – 2026.

Falha de S.Paulo

2026 · 8 faixas · 11m35s

Faixas

  1. 1

    Non Ducor Duco

    1:48
  2. 2

    Não Há Futuro

    1:14
  3. 3

    Mundo Cão

    1:14
  4. 4

    Vitimado

    1:30
  5. 5

    Hospital

    1:42
  6. 6

    Cadê o Jardim?

    1:17
  7. 7

    Indesejável

    1:19
  8. 8

    Tô Arruinado (Bônus Track)

    1:28

Info

FALHA DE S.PAULO A edição que nenhum jornaleiro vai aceitar na banca. O EP de estreia da Skizytos é o boletim oficial da decadência urbana, uma manchete de página policial transformada em ruído garageiro. Em "Não Há Futuro!", a banda entrega o que a cidade tenta esconder, a crueza do desemprego, a falência das instituições e o som seco da sobrevivência. É punk rock lo-fi, gravado com a urgência de quem não tem nada a perder e a cozinha alta o suficiente para incomodar os vizinhos e o sistema. Inspirado pelo niilismo de Bukowski e pela sujeira de bandas como The Spits e Bad Mojos, Falha de S.Paulo não é um registro musical, é um documento de resistência de quem frequenta a escola da sobrevivência todos os dias. Leia as letras, sinta o grave e entenda: não há nada pior que não possa piorar.